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quinta-feira, 15 de março de 2012

Johnson = candidato?


Se você nunca ouviu falar de Sr. Robert Leroy Johnson (o cara da foto), popularmente conhecido como Robert Johnson não se preocupe. Johnson é conhecido no mundo do blues sendo um dos maiores - ou o maior influente no estilo. O cara mandava muito bem. Desenvolveu novas afinações onde fazia um som único, sendo reverenciado até hoje por grandes nomes da música mundial. Só que segundo as más línguas, ele fez um pacto com o capeta, o diabo, o carcará, o caramulhão, o trem ruim... numa encruzilhada lá pelas bandas do Mississipi. Diz a lenda que o Ziza afinou o instrumento dele, e em troca ficaria com sua alma. Conspirações imundas de um sujeito que tinha potencial. Paria um som desconcertante, desconexo, indescritível para quem gosta de música e de blues! Caso se interesse, ouça “Terraplane Blues”, ou “Cross Road Blues”. Agora saiba o que ele tem em comum com os candidatos que disputam uma vaga na campanha eleitoral.

Bem; em ano eleitoral se um sujeito tem um potencial, ou uma característica qualquer boa ou não, a partir do momento que ele sai de um partido e vai para outro, ou simplesmente assume ser candidato... Tudo muda em relação ao caráter, conduta, honestidade, etc.
São as conspirações políticas – prós e contras - que destroem ou elevam qualquer um. Eu sempre gostei da criatividade, da capacidade, do sofismo que alguns têm de criar estórias que variam do absurdo ao engraçado sobre candidatos. Bons mocinhos se tornam vilões, honestos se tornam um caos para a sociedade, anjos viram demônios, imbecis se tornam dotores, e vice versa.
Basta saber se estes serão eternizados como Robert Jonhson e tantos outros. Ou não.

2 comentários:

  1. não meu caro, todos caem no esquecimento, viram anônimos políticos, anônimos potencialmente ricos.

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  2. Ah!
    Mas você não acha que tem os que se eternizam com o fruto de seus trabalhos?

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