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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

“Cai, cai balão” satélites artificiais e naturais


Desde o Sputnik que foi o primeiro satélite a ser lançado no espaço pelos russos, ao primeiro animal a ser enviado para o espaço, a cadelinha de rua com o nome de Laika, pois é eu também pensei que tivesse sido a macaca Lucy – nome este de um clássico dos Beatles, Lucy in the Sky with Diamonds. Chega! O que eu to querendo dizer é que não é de hoje que são lançados objetos que variam desde cadelas, minhocas, satélites, sondas, etc pro espaço.

E como disse Isaac Newton “tudo o que sobe tem que descer” independe de Viagra ou silicone, mas depende da gravidade. Mesmo sabendo que no espaço a gravidade é bem diferente da nossa, fazendo com que a frase de Newton não possa ser aplicada à risca, alguns objetos, detritos, destroços, carcaças ainda assim farão jus a teoria.
Esta teoria também está sendo confirmada em uma matéria que li há tempos na Scientific, dizendo que cientistas estavam preocupados com a grande quantidade de lixo espacial que “voava e voa” sobre nossas cabeças.
E não é de hoje a chuva de satélite artificial ou parte deles, lá de cima. A verdade é que frequentemente isto acontece, só que os que caem geralmente se desintegram atmosfera, devido o tamanho.
Tá aí a diferença dos demais com o UARS que chega aqui hoje (23/09), e que nos faz ficarmos olhando para cima com medo de cair em nossas cabeças, por sorte a previsão é de cair pras bandas de Port Moresby no Mar do Coral na Nova Guiné.

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