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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Pixel tende à superfície




De dentro do carro, do alto de Teresopólis, até que a resolução não ficou ruim, pra uma foto tirada em movimento...
 
A teimosia de algumas pessoas me encanta!
Minha esposa tá com um celular e cisma que a resolução dele não é boa.
Como empato com Jó em termos de paciência, expliquei pra ela várias vezes que apenas para exibir as fotos no monitor do computador ou no próprio celular, não há necessidade de uma máquina provida de uma baita resolução.
É mais ou menos por isto que não era comum televisores bitelões antigamente.
O que importa realmente numa TV é o nível de contastre e a resolução dinâmica, que são os responsáveis pelo o que vemos.
Depois do surgimento das TVs de plasma e LCD, não nos interessamos mais pelos caixotões que nos acompanharam por tempos, para ser mais preciso, as TVs de plasma até que eram viáveis comercialmente acima de 40 polegadas, no entanto, devido seu alto custo, perda na linha de produção, fragilidade do painel e sua impopularidade, não aconteceu o investimento que deveria. Algumas fontes dizem que a tecnologia plasma é mais nova uns 20 anos que a LCD, que foi inventada pelos idos dos anos 60 ou antes, sendo pesquisada para exibição de imagens em preto e branco na década de 70 e imagens coloridas nos anos 80. Mas como o investimento era miúdo, e a falta de domínio sobre uns tal de pixel´s esta tecnologia foi engavetada. Voltando definitivamente no final dos anos 90 e início de 2000, quando se investiu bilhões, até chegar a um método mais eficiente.
De uma maneira simples, tanto as LCD quanto as TVs de plasma empatam em vários pontos, ganhando as LCDs no quesito consumo, mas devendo em movimentos rápidos, pois foi desenvolvida para imagens estáticas ou com pouca movimentação.
A bola da vez ainda é a LED, tecnologia recente nas prateleiras, mas inventada nos anos de 1920 pelo russo Oleg Vladimirovich Lozev, a utilizando como fonte de luz eletrônica. Tal tecnologia também é encontrada em brinquedos, controles remotos, computadores, elevadores, celulares, etc. Só que claro que o mundo gira então...
Tá no mercado – eu nunca vi – as LPD (Laser Phosphor Display), que são modelos de televisões que utilizam raios laser para transmitir suas imagens em uma tela de fósforo, mais ou menos parecido aos métodos dos caixotões antigos, põem as LCDs e LEDs no bolso no assunto de nível contraste, exibem o dobro de resolução de uma imagem de TV Full HD batizado de Quad Full HD, possuem telas de até 73 polegadas, não possuem borda, consomem pouca energia, são ecologicamente corretas (TVs Verde), etc.
Mas como têm espinhos nas rosas, seu tamanho é aproximadamente 36 centímetros de espessura, enquanto as de LEDs 5 milímetros. Por terem ótima resolução, nem sempre os sinais disponíveis são compatíveis para ela. Outro elefante branco é o seu preço, dizem que é bem salgado, azedo e amargo, também seu tamanho não ajuda, como são grandonas, já pensou onde vai enfiar uma TV de 73 polegadas? NÃO RESPONDA!
Assim, talvez seja melhor juntar todos os trocados, 13º salário, PIS e comprar uma 3D até a copa de 2014, e esperar o próximo lançamento que imagino que será a TV olograma, sem telas, sem bordas, etc.
E enfim consegui convencer minha esposa que pixel tem relação direta com o tamanho da tela a ser exibida a imagem.

2 comentários:

  1. Noutro dia assistinda a TV estavam falando sobre sua evolução e o formato em 5D que esta sendo desenvolvido. vc caminhará no olograma onde a cena estará acontecendo, uma Tv sem abas e interativa eu fiquei encantado só não me lembro se era tv escola, Senado ou Aparecida.

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  2. Já pensou que loucura?
    Isto sim é interação rsrs. Infelizmente não vi a matéria, grato pela informação.

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