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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Nada de novo, de novo

Outro dia num papo com o Trindade no sofá lá em casa, dentre tantos assuntos, falamos de música e álbuns memoráveis como o clássico Panela do Diabo de Dom Raulzito e Marceleza, em especial a faixa Rock n´Roll da qual vira e mexe plagiamos a seguinte frase “debaixo do sol não há nada de novo, não seja bobo, meu rapaz”. E realmente acho que não há, veja se concordas comigo:
Átila (406-453) líder dos Hunos, já ganhava rios de ouro protegendo alguns impérios e seus habitantes, o que nos faz lembrar das milícias existentes hoje.
Amanhã farei umas compras pra uma lojinha que abriremos e já percebi como muitos perceberam que tudo hoje é da China, me fez lembrar Marco Pollo que foi o primeiro a fazer a Rota da Seda, ele e seu pai se esbaldaram em vender o tecido fino, mesmo porque naquela época acho que não existia iphones pra ele vender.
Outra; como eu fico encucado com essas portas de shopping que se abrem sozinhas quando nos aproximamos delas, por várias vezes já fiquei procurando o camaradinha escondido tocaiando minha aproximação. Realmente sou uma simples bucólica criatura. Heron de Alexandria 10 d.C. - 70 d.C. foi o “cara”, este lance de portas se abrirem sozinhas era um dos brinquedos dele em Alexandria, onde fazia portas de templos religiosos se abrirem como se fossem milagres, desta maneira atraia fiéis. Além da primeira máquina a vapor ser de autoria dele, o que a revolução industrial veio a desenvolver bemmmm depois. Vale a pena ler sobre Heron.
Agora; em relação ao 3D leiam e me ajudem a entender “Assisti a um momento importantíssimo do mundo: um instante decisivo de transição; uma etapa capital da evolução; o cinema indo além da linha e da superfície; chegando ao volume". O poeta Guilherme de Almeida assim saudava, em 1934, entusiasmado o surgimento da 3a. dimensão no cinema, a que assistira em casa do seu inventor, Sebastião Comparato, um italiano chegado ao Brasil com seis meses de idade e cujo maior orgulho era atribuir a invenção ao nosso país. Dois anos depois, já com patentes internacionais, Sebastião fez suas apresentações no Rio. Dezessete anos após essa exibição carioca, no antigo cinema metrópole, a 3D é anunciada, com estardalhaço, como última novidade do cinema norte-americano. Sebastião Comparato amargurado fecha o seu laboratório e não quer mais ouvir falar de cinema.”
Fontes do último parágrafo: http://www.almanackpaulistano.com.br/comparato.html e http://lepto.procc.fiocruz.br:8081/dic/verbetes/FACMEDCIRSP.htm
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