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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Anunciando Boas Novas
Eu sempre fui uma anta se tratando de brinquedos e jogos. O único jogo que sei mais ou menos é o popular carteado BURRO, mas estou fazendo um curso à distância para aprender a jogar BURRO EM PÉ.
Ganhei um brinquedo uma vez que era de montar um castelo, mas não conseguia empilhar mais que três peças, era da LEGO, que significa “brinca bem”. Lendo uma matéria referente tal empresa outro dia, consta que ela surgiu em meados da década de 40, o que difere de informações da net que diz que é meados de 50. O inventor dos bloquinhos de madeira era um marceneiro. E à medida que tudo evoluía a empresa fazia o mesmo, hoje, segundo o administrador – um cara de 39 anos que parece ter 50 - o objetivo da empresa com o brinquedo vai além de diversão, pois ajuda na percepção de espaço e inicialização de conceitos básicos de robótica.
E outro dia recebi um email de uma amiga com anexo da revista da Turma da Mônica, intitulada “UMA HISTÓRIA QUE PRECISA TER FIM”, retrata um dos amiguinhos da turma que começa a se envolver com um pessoal barra pesada.
Fiquei muito feliz ao ver estes dois ideais focados para crianças, lógico que existem outros vários como o Cubo Mágico, Banco Imobiliário e por aí vai.
Sinto falta do tempo que tínhamos que construir boa parte de nossos brinquedos, mesmo eu não sabendo fabricar os meus. Dos desenhos como He-Man, Os Smurfs, Zé Colméia, Manda-Chuva, Ursinhos Carinhos (ops! Este era legal, mas eu não assistia) e tantos outros que mesmo exibindo violência, era de uma maneira muita mais pura e dócil que os desenhos e brinquedos atuais que não possuem nenhum ensinamento também.
Claro que ver o Wakko do Animaniacs cantando uma ópera após beber soda de limão me marcou tanto como no dia que fiz a 1ª comunhão. E ainda troco qualquer evento social para rever um episódio da Caverna do Dragão.
No entanto, os meios de comunicação poderiam aproveitar o tempo e o espaço para injetarem conhecimento, ética e mais um mói de coisas para ajudar a melhorar a formação individual.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Vou matar meu arroz

Arroz - Dicionário Houaiss: erva ereta de até 1 metro (Oryza Sativa) da família das gramíneas, com flores em espiguetas e cariopses coriáceas, prov. de origem asiática e cultivada há mais de 5.000 anos, com inúmeras variedades, pelos grãos, que constituem na dieta básica de grande parte da população mundial, esp. da Ásia; mepunga (MOÇ); zoro (MOÇ).
Arroz – Definição que ouvia na faculdade: aquele cara que grudava nas moças e saia agarrado a elas pelos corredores. Um sujeito que não se importa se elas têm compromisso ou não. Também não se importa com o próprio nariz. Não é homem pra chegar em ninguém, é sempre ultraextremohipermega educado com elas, e sonha em um dia namorar com qualquer uma que ele se esfrega. Esta definição não possui feminino, no entanto, alguns põem em xeque sua masculinidade.
Agora esqueçamos o arroz da segunda definição e nos ateremos ao primeiro.
O Departamento de Nutrição da Harvard School of Public Health, publicou em 14 de junho que o processo de “limpeza” do arroz, que o transforma de integral para branco, aumenta o índice glicêmico do grão (medida da capacidade de um carboidrato de elevar a quantidade de açúcar no sangue). O que não nos fará dizer – supimpa que novidade ótima! Pois mais de 70% do arroz consumido é do branquinho, o que aumenta o risco do diabetes tipo 2. Seu companheiro feijão também tem lá seus contras, neste link http://www.ufpel.tche.br/faem/agrociencia/v1n1/artigo2.pdf, indica que ele é usado para matar ratos.
E o que dizer da expressão “da fruta que você gosta eu chupo até os caroços”? Cuidado! Pois além da mandioca a semente da maçã também contém cianureto que extremamente tóxico. Claro que comer uma maçã inteira não vai matar ninguém, mas sugere-se evitar sempre as sementes.
Outra desgraça a nossa infância é a mamona que pode ser encontrada facilmente em qualquer parte, a semente possui uma proteína chamada de ricina que é extremamente venenosa, já o óleo de mamona é adicionado a balas, chocolates e demais guloseimas, isto é o que dizem alguns sites. No entanto, o bendito óleo não possui ricina. Os hebreus e os egípcios já conheciam a letalidade desta proteína, e há poucos anos vi um sujeito indicando chá de folha de mamona contra bambeza nas pernas. “Perdoe-os Pai”.
Agora a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece novas regras para a propaganda de bebidas com baixo teor nutricional e de alimentos com elevadas quantidades de açúcar, gordura saturada ou trans e de sódio. Muita gente não sabe que o sódio, por exemplo, aumenta o risco de pressão alta e problemas cardíacos, no popular, ele engrossa o sangue. Então haja força no coração pra bombear sangue grosso e veias... Observe nos xampus, geralmente o que possui mais sódio é mais cremoso.
Está enganado quem pensa que esta preocupação referente à alimentação chamou a atenção da mídia apenas nos últimos anos, a edição da VEJA n° 514 de 12/07/78 - mesmo ano do lançamento do filme “O Ataque dos Tomates Assassinos” - traz uma matéria referente os perigos da mesa, a partir da página 82 fala se de carne suína, condicionamento de alimentos, utopia da agricultura sem agrotóxicos etc., tanto que a capa já é abordando o assunto.
E tem gente que se preocupa apenas em não engordar.

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