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quarta-feira, 14 de julho de 2010


GarniZÉ

Minha nuca chega a latejar do tanto que minha pressão sobe diante de tanta hipocrisia. É uma das coisas que mais odeio. Posso falar porque não sou boa bisca.
Vira e mexe vemos pessoas com discursos lindos, palavras aveludadas de amor e compreensão, caridade, amor ao próximo e toda esta lengalenga que deixaria qualquer bom samaritano morrendo de inveja.
Já ouviram falar em Ted Haggard, conhecidos por suas ovelhinhas como Pastor Ted? Ele é o fundador da igreja New Life Church e sendo considerado um dos 25 lideres mais influentes dos EUA deixou seus fiéis com as calças na mão, após ser acusado de ter um relacionamento homossexual -sem calças- com um camarada lá, um tal de Mike Jones. O curioso é que o reverendo Ted era um dos principais ícones da luta contra a homologação do casamento homossexual e demais putaria nos Estados Unidos.
Esquecendo os ianques, aconteceu um fato aqui na minha microscópica cidade com um amigo que vamos chamá-lo de “Zé”, um nome bem incomum não é? Pois bem, destinado a aumentar a renda ele tirou férias de seu trampo e foi pra lavoura de café, é isto mesmo, panhar café, comer em marmita, mosquitos, marimbondos, orvalho, muuuito orvalho pela manhã, nódia nas mãos, etc.. Então todos os dias o filho de Deus em questão ficava esperando o buzão, ele e mais uma turma de indivíduos. E até a hora de embarcarem pra mais um dia árduo, passavam alguns corpos ocos, sendo que alguns desses corpos são de pessoas amicíssimas do “Zé”, pessoas chegadas mesmo. Mas só que estas pessoas não cumprimentavam o “Zé”, alguns arriscavam apenas uma olhadinha com o rabo do “zói”, outros nem isto. Por quê? Por que o “Zé” tava com uma turma adjetivada por ele mesmo de “não influentes na sociedade”? Perguntei a três mentes brilhantes de uma sapiência sem igual que conheço e vos apresento e “disseram” que quem ignorou o “Zé” são IGNORANTES, pobres de espíritos, substratos de pó de bosta.
Imagino que estes ocados não conseguem manter um bom papo com o “Zé” oscilando de C. Monet, passando por Clarice Lispector, findando em Ilariê da Xuxa interpretada por Gal Costa. É meu xapa! O “Zé” manja bem de muitas coisas, as festas que ele costuma freqüentar variam de festinhas americanas em terraços, em que a bebida mais xique é Pau na Coxa feito com vinho Sangue de Boi, a momentos sociais elitizados com a nata, a gema da sociedade, onde ele é equivalente a maioria em nível cultural.
Fiquei sabendo o nome de duas das várias pessoas que fizeram o mesmo papelão, uma eu conheço, a outra me arrependi amargamente de conhecer (cocoricós). Ambas têm o mesmo discurso lindo! Preenchem os requisitos da estrutura do objeto funcional social, e só pra completar, aquele que me chicoteio até hoje por ter conhecido, vira e mexe dá cagada e limpa com a bosta, tsc!




segunda-feira, 12 de julho de 2010


PARABÉNS!!!

Dizem que política, religião e futebol não se discute, então me recuso a esticar o assunto, pois, pra mim essas três coisas não representam a ínfima parte mais desprezível do aniversariante que me refiro. Mais que um estilo musical, uma ideologia de vida.
PARABÉNS ROCK AND ROLL! (13/07)
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