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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Transcendendo artérias e pálpebras



Recebi uma mensagem ontem de um amigo que mora em Beagá me passando um link pra eu acessar. Fazendo o que ele pediu, vi que era a notícia referente o acidente fatal de um sobrinho dele de 31 anos, uma coisa no mínimo horrível de se ver, mas que me fez refletir muito sobre as comemorações de fim de ano.
Um bando de fé-da-puta, mal agradecidos que ficam cheio de dengo e marra por não terem o final de ano como queriam. E que saem nas noites festivas de final de ano desejando isto e aquilo pra todos, não sendo de duvidar que alguns destes já até tentaram nos sacanear de alguma forma.
Não desejo feliz Natal e/ou Ano Novo pra você, pois se está lendo este texto é porque seus problemas são pequenos o suficiente para que possa ocupar seu tempo o lendo.
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Desejo mais que o protocolo das datas a todos que estão doentes, aos seus acompanhantes – seja em hospitais, ou em casa -, aos que vivem em condições precárias, aos arrependidos que se encontram encarcerados e respectivos familiares, aos profissionais de plantão prontos para atender e salvar os inconseqüentes, ou prender os sem limites, os que infelizmente se lembrarão desta data como uma data triste no futuro, aos que não receberão mensagens no celular ou email referentes a data, aos garçons que quase ninguém os cumprimentam (é uma merda eu já cansei de presenciar isto em mesas que eu estava), aos catadores de latinha, enfim... A todos que apenas pedem por misericórdia que fosse apenas mais um dia, mais uma noite. Simplesmente

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