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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Era uma vez...

 
Antes de Tiburciulandia se tornar a cidade que é, aqui era um reino mequetrefe danado! Nada de encantado, de fadinhas, gnomos, duendes, ou melhor, doentes, sempre existiram doentes.
Havia um pseudo-Merlin que em seu castelinho vivia fazendo boas ações para os coitadinhos que usavam viseiras cobrindo os olhos, a alma e o coração.
Um dia antes duma encabulada-foda pré-tresloucada, ele resolveu tornar a fonte do castelo mágica. Fez uma porção de duas medulas ósseas de Gorgon, 235 g de poeira de supernova, glicose de Minotauro, 2,3-isobutil de esmalte de crianças cósmicas, leite materno de Toten, detergente das esculturas das civilizações Rapa Nui e mais algumas coisinhas. E ao som de blues em Sol aberto, KBOOMMM!!!! Ladies And Gentleman; apresento A FONTE MÁGICA.Todos queriam a H2O da fonte, todos queriam tê-la em casa, dar a seus filhos, lavar suas vasilhas, suas feridas etc.
Só que uma coisa que encabulou vários reinos como também – igualmente como na antiga Inglaterra – pagãos, rebeldes e alguns nômades druídas. Todos sabiam que a água da fonte minava na “Misty Mountain Hop”, e se perguntavam por que diabos o barbichinha branca não montou em seu mandruvá alado e fez a mandinga na nascente?

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