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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Educação capital

 
Vira e mexe escrevo um texto em que o título é dum galináceo onde aumento apenas a numeração. A Genesis foi referente um amigo dum potencial e tanto que passou por situações constrangedoras, em miúdos, hipocrisia.
Tive ontem com o dito em questão e não consegui interpretar seu sorriso acompanhado da notícia que não conseguiu média no exame classificatório do PEP (Programa de Educação Profissional), educação profissionalizante de qualidade e 0800.
Antes de eu prestar vestibular eu tinha 60 contos, e tava na dúvida se iria ao show do Cannibal Corpse em Beagá ou tentaria o estudo acadêmico. Por algumas razões desisti do show. Como sou dedicadíssimo, estudei no máximo uns 21.612 minutos, vi barroco, um tal de seno e cosseno que imaginei que eram irmãos e não tive interesse em detalhes e pronto.
E após 10 anos sem estudar, fiquei ainda no pódio com o glorioso 3º lugar. Detalhe; a faculdade era particular.
Então ontem a par da notícia e conhecendo o nível intelectual do reprovado, fiquei ruminando a diferença – há exceções - entre um processo seletivo do governo para cursos técnicos e um vestibular privado. E para aqueles que como eu fizeram o 3º grau numa particular plagio Dom Rauzilto “eu avalio o preço me baseando no nível mental que você anda por aí usando”.

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