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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Joelhos

Nossa cultura machista é algo extremamente encantador! Nós homens, sempre podemos tudo – Paulo o apóstolo e Constantino que começaram a difundir umas cagadas assim- e somos capazes de tudo com uma perfeição incontestável. Enquanto o sexo frágil serve pra cuidar dos fiotes, da caverna e aumentar nossos níveis de prolactina e oxitocina em determinadas situações.
Mas como disse minha excelsa esposa, existe algo entre nossas pernas que nos tornam iguais - o joelho -. Acho que em algumas situações o sexo frágil até se sobressae melhor que nós, daí, se soubessemos um pouco mais de algumas coccitas ficaríamos mais na miúda e esculacharíamos menos.
Só de exemplo; Hitler, Mussolini, Pinochet, Idi Amin, Stálin, Mao... são fichinhas, exemplos de bons meninos perto de Erzsébet Báthory ou Elisabete. Os bons meninos exemplos em catequeses mandavam matar, castigar, torturar etc. A Betinha não, ela pegava o boi pelo chifre no popular, ela matava, castigava, torturava, com as próprias mãos, tudo com uma criatividade invejável pra quem ama sadismo. Dizem que em seu histórico tem mais ou menos 650 vítimas.
Atualmente rola a aversão masculina ao desejo à presidência dos seres que possuem o órgão reprodutor embutido, que choram atoa, que sangram por dias e não morrem.
Só que nossa terra verde-amarela, já foi administrada por uma mulher. Isto mesmo. Princesa Isabel (ou Dona Isabel A Redentora), tomou conta daqui durantes viagens que seu pai – Pedro II – fez ao exterior. Totalizando foram mais de 10 anos de regência da “Belinha” em que criou leis importantes como a Lei do Ventre Livre além de movimentos ocultos belíssimos como as insuspeitas camélias – batalha das flores.
Sem citar o destaque das costelas de Adão em outros campos como na ciência, Casal Lavoisier.
Não estou fazendo campanha pra nenhuma crente, sapatão ou vagabunda, é como dizia A. Jabour “na frente de um grande homem, existe uma grande mulher”.

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